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quinta-feira, 4 de julho de 2013

6 cuidados ao fazer marketing online do seu negócio

A evolução dos meios de comunicação encontrou na internet o ambiente para possibilidades antes impensáveis. O baixo custo de propagação associado ao acesso facilitado da sociedade aos meios digitais fez das redes sociais um ambiente de interesse de empresas de vários segmentos de mercado. Contudo, para garantir a assertividade de atuação nesse ambiente, deve-se tomar uma série de cuidados:

1. Seja relevante

A quantidade de dados à disposição na web é causa primeira da falta de atenção e retenção de audiência. Não adianta produzir conteúdo informacional se esse não tiver relevância na hierarquia de interesses do seu público alvo. Treinamentos, participação em fóruns de discussão ou blogs especializados trazem bastante bagagem para relacionar-se com clientes.

Dê dicas de usabilidade dos produtos, aponte novas tendências na área e compartilhe experiências. Naturalmente, a empresa criará uma rede de contatos e seguidores nas mídias sociais.

2. Cumpra as suas promessas

Parece básico, mas muitas empresas prometem mais do que cumprem. Quando o discurso e a prática estão em caminhos opostos, há uma espécie de quebra de contrato de confiança entre as partes. Os ruídos podem ser enormes e de difícil resolução.

Sugere-se cautela na exposição de suas ofertas. Não se devem elevar as expectativas do seu prospect, já que satisfação é uma consequência do atingimento das expectativas geradas.

3. Invista em planejamento

As ações de marketing devem ter objetivos nas redes sociais. Portanto, estabeleça métricas e busque recursos para atingi-las; faça testes de formatos, conteúdos, horários e dias da semana. A busca pela imagem desejada, só se consegue com planejamento. Outro ponto é que as ações de marketing têm princípio, meio, mas não necessariamente fim. No seu planejamento, considere que as publicações não devem ter intervalos longos e uma vez aberto o canal de comunicação com o mercado, esse jamais deve ser encerrado.


4. Tenha cautela em momentos de crise

Ninguém deseja passar por elas, mas as crises podem ocorrer, e é necessário que se esteja preparado. Recomenda-se bastante cautela e inteligência emocional nestes momentos, uma palavra mal dita pode ruir todo o esforço de marketing de meses de trabalho. É incrível a rapidez com que certos erros se propagam na internet. Por isso, é importante preparar um contingente de ações de marketing para gerenciamento de crises.


5. Seja autêntico

No ambiente digital a genuinidade dos conteúdos diz muito sobre sua empresa. Ser sincero, transparente e idôneo (tanto para pessoas quanto para empresas) é uma condição esperada por parte da comunidade digital. Assim, recomenda-se a publicação de conteúdos legítimos. Apoderar-se de conteúdos de fontes diversas sem a devida citação pode trazer consequências desastrosas para a imagem do negócio.


6. Amplie sua atuação

Há diversos ambientes que podem trazer boa visibilidade para a marca. Importante começar com um número de ambientes que corresponda ao seu nível de investimento e recursos, mas a amplitude de atuação digital tende a aumentar com o ganho de experiência.

O uso de blogs para compartilhamento de conteúdo, fóruns de discussão, comunidades online, podcasts e outros ambientes amplia a capilaridade de comunicação da empresa podendo ainda dar suporte às demais mídias convencionais. 



5 mentiras que marqueteiros digitais gostam de contar e como evitá-las


Acho que não tem um nicho de mercado mais queimado que empreendedorismo e marketing digital. Se você andou pesquisando sobre o assunto nos últimos tempos já sabe do que eu estou falando. Promessas e mais promessas. Ganhos milionários da noite pro dia.

TUDO sem precisar trabalhar, sem precisar gastar um centavo, sem esforço, sem NADA!
Não coloca NADA, mas tira TUDO.

Não duvido que daqui a pouco vão prometer ensinar você a como fazer tudo isso com uma mão amarrada nas costas. E de olhos fechados. Ao mesmo tempo que você aprende a voar. E também chegar no final do arco-íris. Que tal?! Nada mal, hein…

Amigo, isso não é a Disneylândia não. A “terra da magia” está a uns belos quilômetros daqui. A realidade, infelizmente, não é bem assim. Cerca de 95% dos que tentam de alguma forma criar seu empreendimento na web acabam fracassando. Mas será que é realmente TÃO difícil assim ganhar dinheiro na internet… ou será que é algo que não conseguimos enxergar? De repente nós estamos sendo constantemente enganados por esses ditos “gurus”. Será mesmo? Talvez.

Para ajudar você com isto escrevo este artigo. Aqui você vai aprender sobre algumas das maiores mentiras contadas e como evitá-las.

Mentira 1: Qualquer um pode
Se isso fosse verdade, não teríamos 95% dos que tentam fracassando, não? A verdade é que isso não é para qualquer um. Há diversas habilidades específicas que precisamos ter como empreendedores digitais. Ao mesmo tempo, a verdade é que qualquer um pode aprender e criar o seu empreendimento digital.
Alguns vão conseguir mais rápido, outros vão demorar mais. Alguns já possuem as habilidades certas, outros vão ter que aprender. E é aí que se encontra o grande problema:
Sim, todos podem. Mas alguns vão ter que aprender algumas habilidades ANTES de conseguir colocar em prática o necessário para criar o negócio.

Mentira 2: Tudo é muito fácil 
Essa é clássica. O pagamento é fácil. Trabalhar é fácil. Fazer marketing é fácil. Enviar um e-mail é fácil. Tão fácil que até a tatatataravó do cidadão conseguiria fazer. De repente até o cachorro.
Sim, hoje é realmente mais fácil do que nunca começar um negócio próprio. Principalmente online. Mas isso não significa que TUDO vai ocorrer as mil maravilhas. Problemas com clientes vão aparecer. O bendito site que não fica como você quer. A controladora do cartão de crédito que cobra taxas absurdas. E assim vai.

Mentira 3: Tudo é muito difícil
Contrastando com a mentira número 2, há alguns gurus por aí que querem dizer que tudo é complicado, difícil, ninguém entende, secreto, etc. Tudo isso para fazer parecer que o que eles sabem é difícil de se ter acesso e difícil de conseguir. Muitas vezes é só uma estratégia de marketing.
Nem 8, nem 80. Assim como tudo não é completamente fácil e maravilhoso que qualquer um possa fazer, ao mesmo tempo também não é um bicho de 7 cabeças! Com o conhecimento e instruções certos o caminho se torna mais fácil. Se perde menos tempo onde não deve. Foca-se mais onde dá mais resultado.

Mentira 4: “Um segredo descoberto na cultura dos Australopitecos Ancestrais de uma tribo Inca escondida”
Já viu essa? Ou algo parecido, de repente?
“A solução que um cientista russo descobriu para emagrecer… agora no Brasil!”;
“Planta revolucionária faz seu músculo crescer como nunca!”;
“Magia Negra descoberta na Floresta Amazônica com uma bruxa cura reumatismo de uma vez por todas!”.
E a lista segue …
A verdade é que tudo isso é uma tentativa de dar uma, digamos, embelezada no que temos a vender. No final, é tudo a mesma coisa. Só muda o ângulo. Alguns produtos de beleza utilizam a mesma técnica. Exemplo: Nivea Extra Whitening.
No momento estou fazendo uma viagem pelo sudeste da Ásia. Assim como no Brasil tem a cultura da pele bronzeada, na Tailândia é o completo oposto: quanto mais branca melhor!
“Tá … e daí?”
E daí que aqui na Tailândia marcas conhecidas como Dove, Nivea, etc. vendem shampoo e desodorantes… com Extra Whitening!
É basicamente o mesmo shampoo vendido em todo o mundo. A diferença deve ser aqueles 0,005% de um abstrato de folha nativa da horta de um monge tibetano que ahhhhh sim, essa pequena diferença agora permite que eles anunciem: Extra Whitening!

Mentira 5: Existe um segredo, SIM!
A última das mentiras é na verdade um segredo. Um segredo que faz toda diferença. O que acontece é que nos negócios a lei de Pareto impera. Se você não conhece, essa é a lei que um matemático italiano descobriu há muito tempo. E agora não é exagero; é verdade mesmo.
Basicamente em qualquer análise você vai achar o efeito 20-80 (ou 10-90; ou 5-95. Por aí.) Esse efeito significa que 80% dos resultados vão vir de 20% dos esforços. 80% da riqueza está na mão de 20% das pessoas. 80% do seu faturamento virá de 20% dos seus clientes.

“E …?!”
O que acontece, então – e isso geralmente não é falado – é que mesmo eu lhe passando exatamente o que eu fiz para chegar onde estou, a verdade é que o caminho para você percorrer pode mudar. E bastante. O que acontece é que a gente dá tiro para todos lados. Com consciência, claro.

Jim Collins comenta sobre essa estratégia em seu excelente livro “Great By Choice”: Tiros pequenos. Pra não dar um passo maior que as pernas. Depois quando a gente descobre onde o tiro acertou o alvo… bom… Aí a gente dispara um canhão!

Ou seja, 80% dos resultados vão vir de 20% dos esforços. Vai ser aquele UM anúncio que teve 20x mais resposta. Aquele interesse nos anúncios do Facebook que produz cliques e resultados 14x melhor. De repente aquele ângulo para apresentar seu produto que vende 7x mais. E essa que é a verdade: há diversas maneiras de fazermos nosso marketing. Mas somente algumas vão produzir o resultado que a gente quer.

O segredo está em achar essas variáveis, investir todo nosso arsenal ali e ignorarmos as outras. É MIL vezes melhor trabalhar para tornar um anúncio bom em um EXCELENTE, do que tentar transformar um anúncio ruim em um bom.



terça-feira, 2 de julho de 2013

Marketing de conteúdo conecta marca à alma do consumidor


Se até o final do século 20 a principal comunicação das marcas com seus públicos era em peças publicitárias, com a mensagem indireta de“compre”, hoje ela ocorre por meio de conversas e interação em vários canais, ao mesmo tempo. O que está por trás dessa ampla e versátil abordagem é o marketing de conteúdo (brand content), ferramenta que alia informação, publicidade e entretenimento aos valores da marca. A intenção é ganhar o coração do consumidor, oferecendo algo mais que uma simples promessa de vantagem na compra.

“Não dá mais para ser o chato da festa, aquele que fala só de si mesmo. É preciso ser interessante a ponto de ser convidado para a próxima festa”, afirma o publicitário Marcelo Machado, diretor da agência Bold Conteúdo, numa analogia ao conceito da ferramenta. Ele foi um dos convidados do comitê aberto de Marketing da Amcham – São Paulo na quinta-feira (27/06), que discutiu o marketing de conteúdo. Também participaram Beatriz Alessi, diretora da agência de conteúdo Touareg, e Ana Paula Duarte, diretora de alimentos da Unilever. O encontro foi mediado por Daniela Khauaja, coordenadora acadêmica de pós-graduação em Marketing da ESPM.

Ligado no mundo
O marketing de conteúdo entrou na estratégia da Unilever para aumentar o consumo da maionese Hellmann’s. A marca queria chegar diretamente ao consumidor e mostrar informações sobre o tradicional produto que ainda eram desconhecidos do grande público. Segundo Ana Paula Duarte, diretora de marketing de alimentos da companhia, o objetivo era derrubar mitos, como o de que o alimento não poderia ser aquecido e que era acompanhante apenas de junk food, e esclarecer que possui nutrientes e a possibilidade de uso culinário.

Uma das ações foi inserir uma receita de bife acebolado com Hellmann’s em Avenida Brasil, uma das novelas com maior sucesso de público da TV brasileira, responsável pela maior audiência da Globo, em 2012. “É pertinente pegar carona com o que está acontecendo nas ruas, na TV. Escolhemos a cozinha da casa mais comentada do país, a do Tufão”, comenta Ana Paula.

A companhia também fez ações em supermercados com carrinhos inteligentes que reconhecem os produtos selecionados e oferecem receitas com os mesmos itens, incluindo a maionese. “As pessoas podiam enviar as receitas por e-mail na hora, do carrinho. Mais de 45 mil pessoas foram atingidas no primeiro mês”, conta a executiva.

Em seguida, a marca instalou em supermercados e bares máquinas caça-níquel cujos prêmios eram receitas preparadas com Hellmann’s, prontas para degustação. O prêmio maior eram potes de maionese saindo em sequência, da boca do equipamento. Segundo Ana Paula, o produto alcançou 13 milhões de consumidores.



quinta-feira, 27 de junho de 2013

Marketing para franquias e varejo


Nos últimos anos, tenho me deparado com um número cada vez maior de empresários do segmento de franchising que não sabem ao certo como desenvolver uma linha de marketing para suas empresas. Linha esta que seja eficiente e ao mesmo tempo atenda as necessidades de toda sua rede, considerando peculiaridades regionais ou mesmo a diversidade de opinião de cada um dos seus franqueados.

Como uma das funções do marketing é superar desafios, eu diria que responder a essa questão seja o maior desafio de todos, pois a partir daí a direção ficará mais clara e toda a rede trabalhará "com" e não "para" o marketing .

Quando falamos de marketing, logo nos deparamos com os famosos 4 Ps, conceito criado pelo norte-americano Jerome Mcarthy e popularizado por Philip Kotler tempos depois. São eles: produto, preço, promoção e ponto de venda. A tarefa do marketing em uma rede de franquias passa a ser, antes de mais nada, envolver seus franqueados no processo de desenvolvimento, que terá como produto final as ações e campanhas da marca e da rede.

A grande arte que temos em uma rede de franquia, ou mesmo em uma rede de unidades próprias, é atender as necessidades regionais sem, com isso, perder a essência, a "promessa" que toda marca se propõe a realizar. Não é como em uma receita de bolo, onde existe uma fórmula única a ser seguida. Aqui os ingredientes são adicionados conforme o paladar, podendo ser inseridos ou não, em maior ou menor quantidade.

O primeiro ingrediente é criar canais de comunicação com a própria rede, seja comitês de marketing, intranet, pesquisas periódicas, encontros regionais, entre outros. Criados esses canais, vamos ao segundo ingrediente, que é dar relevância e prioridade no que diz respeito à participação efetiva entre franqueados e equipe da franqueadora. O terceiro é munir a rede de conceitos sobre os caminhos que se pretende tomar e os motivos pelos quais essas escolhas gerarão mais resultados a todos. Por último, talvez o ingrediente mais importante seja pensar em uma estratégia na qual os investimentos de marketing possam ter uma parcela direcionada para ações locais. Assim de fato o franqueado poderá "incrementar" uma ação nacional e, com isso, obter mais e melhores resultados.

Portanto, o franqueado, aquele que está na ponto de venda e vive o dia a dia do varejo, pode e deve fazer toda a diferença do marketing. Só ele pode transformar desde uma simples ação até uma nova campanha da marca ou o lançamento de um produto ou serviço em um evento único e de sucesso em cada ponto de venda. Para isso, porém, é preciso que ele esteja envolvido na visão dos demais "Ps" do marketing.

Se pensarmos em uma rede de varejo própria, a lógica deveria ser a mesma. Ou seja, o gerente, que está diretamente ligado ao consumidor final, deveria participar de forma mais efetiva nas decisões das ações e principalmente nas campanhas que acontecem dentro da unidade.

Criar um canal direto entre a área de Marketing de uma empresa e suas unidades, através dos gerentes ou de franqueados, é fundamental para criar campanhas que sejam não só criativas, mas acima de tudo que sejam eficazes e que gerem resultados positivos para toda a empresa.



quarta-feira, 26 de junho de 2013

Redes sociais são o segundo canal em taxas de conversão

A taxa de conversão do varejo eletrônico passou de 1,44% para 1,65% entre 2012 e 2013, ao mesmo tempo em que alguns canais ampliaram a sua participação neste índice. As redes sociais, por exemplo, são responsáveis por 16% dos visitantes que fecham vendas no e-commerce. Agora elas são o segundo canal em conversão: o primeiro é o search, com 27,8%, e o terceiro é o e-mail Marketing, com 10,9% de participação. Os dados são de uma pesquisa da Virtual Target que avalia a performance dos canais digitais no varejo online brasileiro.

Este aumento no número de consumidores sendo impactados nas redes sociais é uma das novidades que mostram uma mudança na maneira como estas plataformas vêm sendo utilizadas pelas marcas. Se antes estas mídias recebiam ações mais voltadas para o relacionamento, agora os investimentos começam a se voltar para o Marketing direto.  “Quando olhamos o uso que as empresas fazem dos diferentes canais digitais, não há uma variação muito grande:  e-mail, redes sociais, search e grandes portais são usados de forma equilibrada. Mas há uma variação na conversão das vendas: a participação das mídias sociais aumentou em 25%”,  explica Marco Salvi, Gerente de Produto e Serviços da Virtual Target, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outro canal de destaque é o e-mail. No levantamento, 48% dos respondentes afirmam que o investimento na comunicação via e-mail é o mais recomendado para expandir as vendas. No ano passado, esse percentual era de 45%. “O E-mail Marketing ainda é muito efetivo. Ele tem a melhor relação custo-benefício para se fazer Marketing Direto. Temos o caso de um cliente que para cada R$ 1,00 gasto com e-mail, são gerados R$ 193,00 em venda. E este ainda é o melhor canal para fazer uma personalização em massa. E é uma área que ainda tem muito para crescer, pois boa parte do mercado ainda não possui uma base de dados rica o suficiente para fazer uma boa segmentação do seu público”, afirma Salvi.



terça-feira, 18 de junho de 2013

Guia de marketing digital traz passo a passo para pequenas e médias empresas

A Resultados Digitais sempre lança e-books interessantíssimos que abordam a área do marketing digital, porém a dica agora vai um pouco além, pois trata-se de um kit sobre o tema e que inclui um e-book, um infográfico e um webinar para que pequenas e médias empresas possam extrair resultados mais satisfatórios de suas ações de marketing digital.

Por que pequenas e médias empresas? Bom, muitas vezes no deparamos com os grandiosos cases de empresas ainda mais grandiosas e nos perguntamos: como posso trazer isso para a minha realidade? O kit trata exclusivamente desse contexto, mostrando que você não precisa ser uma empresa com mais de 100 anos e nem precisa ter um orçamento colossal para conseguir bons resultados com marketing digital.

No kit há um webinar online com o CEO da Resultados Digitais, Eric Santos, ligando os pontos do marketing digital e mostrando como as empresas podem usar a internet de maneira estratégica para gerar resultados em leads e vendas. O infográfico traz de uma maneira mais visual o que é exposto no vídeo. Já o e-book faz um detalhamento do passo a passo apresentado no infográfico com diversos recursos extras para se aprofundar em cada assunto. São 3 ferramentas complementarem que podem auxiliá-lo muito e funcionam como um guia de marketing digital para pequenas e média empresas.


Fonte: Blog Midia8


sexta-feira, 14 de junho de 2013

Qual o salário dos profissionais de comunicação no Brasil?

A maior parte dos profissionais de comunicação brasileiros tem remuneração inferior a R$ 5 mil por mês. Em âmbito nacional, 73% recebem salários e rendimentos inferiores a essa quantia. Esse percentual resulta da soma dos três grupos representados nas cores vermelha e laranja no gráfico abaixo.

O levantamento foi feito por uma pesquisa realizada pela Tracto. Foram 1.205 respondentes. A coleta de dados foi feita entre os dias 3 e 11 de junho. Houve participantes de todos os 26 estados do País, além do Distrito Federal.

O valor apresentado no gráfico diz respeito somente à atividade principal. Não inclui, portanto, atividades extras. Um em cada três profissionais de comunicação tem uma segunda atividade que ajuda a complementar a renda, como freelance, segundo emprego ou atividade como professor universitário.