segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Oito motivos para você atender bem o seu cliente


Reputação da marca está diretamente ligada à boa prestação de serviços aos consumidores. A proporção em que isso acontece aparece num infográfico elaborado pela Kiss Metrics.
Extraímos os dados desse estudo e os traduzimos em oito razões para você atender bem o seu público.
  1. Após serem mal atendidas pelo serviço ao consumidor, 26% dos consumidores fazem comentários negativos em redes sociais, como Facebook e Twitter.
  2. 79% daqueles que reclamam em redes sociais têm seus comentários ignorados. Portanto, só 21% recebem uma resposta.
  3. Desses que recebem uma resposta, metade passa a ter uma reação positiva em relação àquilo que haviam criticado inicialmente.
  4. Um em cada cinco desses consumidores que recebem respostas das marcas posta um novo comentário, desta vez positivo.
  5. As pessoas estão duas vezes mais propensas a falar de situações em que foram mal atendidasdo que de ocasiões em que foram bem atendidas por empresas.
  6. 78% das pessoas já abandonaram uma transação de compra porque foram mal atendidas.
  7. 89% dos consumidores já riscaram empresas de suas listas por terem sido mal atendidas.
  8. Estima-se que, no mundo todo, maus serviços ao consumidor custem US$ 338 bilhões por ano para as empresas.
Fonte: Tracto


Descubra como o Big Data tem influenciado as mídias sociais


Falando de uma maneira bem simples, Big Data é o termo usado para designar uma coleção de dados, tão grande e complexa, que se torna difícil processar esses dados com as ferramentas de gerenciamento tradicionais.
Conforme a utilização das mídias sociais aumenta, a quantidade de informações geradas por redes sociais como Facebook, Pinterest e Twitter também aumenta consideravelmente. O conjunto crescente de informações gerado e armazenado por elas numa velocidade estrondosa pode ser considerado um exemplo de Big Data. Diante de tanta informação, a grande questão para os profissionais de marketing é: como identificar os dados mais relevantes e utilizá-los para tomar as melhores decisões? Para responder a essa pergunta, complexas plataformas de análise de dados têm sido desenvolvidas e as informações advindas do Big Data têm ajudado, entre outras coisas, a mudar a maneira como as estratégias de marketing são estruturadas para as redes sociais.
Apresentamos aqui seis transformações que o Big Data tem causado no marketing para as mídias sociais, segundo Michele Nemschoff – especialista em marketing digital.
Big Data exige controle de dados estruturados e não estruturados
Segundos os especialistas, 90% de todos os dados do mundo foram gerados nos últimos dois anos e apenas 20% destes dados estão estruturados, ou dispostos em colunas e linhas para que possam ser analisados de acordo com ferramentas tradicionais.
Os 80% restantes estão desestruturados; são imagens, vídeos ou posts que surgem das diversas redes sociais. Estes dados representam os interesses, opiniões e atividades das pessoas. Os profissionais de marketing que conseguem entender esses dados e desenvolvem estratégias com base nas informações dadas por eles, têm grande vantagem competitiva.
Big Data permite mensagens mais personalizadas e direcionadas
A análise dos dados permite que os profissionais de marketing identifiquem tendências importantes em seus mercados de atuação. Assim, eles podem criar conteúdo personalizado e altamente customizado para seu público alvo. Com isso, conseguem melhores resultados, pois as pessoas respondem melhor às campanhas qualificadas que vão ao encontro daquilo que elas gostam, compartilham e falam a respeito.
Big Data permite que os profissionais de marketing identifiquem comportamentos futuros
Anteriormente, o comportamento era previsto com base no histórico do comportamento dos consumidores, como informações sobre downloads, cliques e sites visitados. Mas infelizmente a quantidade de dados observados nem sempre era suficiente para que as previsões fossem corretas.
Agora, os profissionais podem coletar dados a partir de um grande número de fontes, principalmente aqueles vindos das redes sociais. Assim, podem descobrir padrões para prever com mais precisão os comportamentos de compra. Além disso, esses insights que surgem da análise dos dados podem ajudá-los na criação de novos produtos e serviços.
Big data rompe dados demográficos do público e foca na individualidade
Anteriormente, os consumidores eram classificados de acordo com dados demográficos, como geografia, estado civil e idade. E acreditava-se que clientes pertencentes à mesma categoria tinham comportamentos semelhantes. Agora, com a grande quantidade de dados fornecida pelas redes sociais, é possível aos profissionais de marketing se concentrarem em ações de marketing one-to-one.
Além disso, através da análise de grandes volumes de dados, as pessoas podem ser classificadas de acordo com suas preferências ou comportamentos semelhantes.
Big Data permite que sejam realizadas campanhas de testes virtuais
Campanhas de marketing podem, agora, ser testadas em um mercado virtual através de simulações, graças a grandes volumes de dados. Campanhas virtuais são analisadas ​​utilizando dados do mundo real, em tempo real. Isto é muito mais barato e mais seguro do que quando os testes são conduzidos diretamente no mercado. Além disso, é possível medir o sucesso de uma campanha desde o seu lançamento.
Big Data permite que os dados de mídias sociais sejam democratizados
A democratização dos dados de mídias sociais é possível graças a plataformas de baixo custo de armazenamento em nuvem, tais como Apache Hadoop. Isso permite que o Big Data seja utilizado por qualquer empresa e não apenas pelas grandes. Como as ferramentas de análise de dados possuem preços bastante razoáveis, até mesmo as pequenas empresas podem ​​fazer a melhor análise de seus dados e com isso ter informações mais adequadas para estruturar sua estratégia de marketing e ganhar uma vantagem competitiva sobre a concorrência.
Vale lembrar que, embora uma das promessas do Big Data seja permitir que as empresas tomem decisões mais certeiras e mais rápidas, os dados não falam por si só. Conforme, Mario Faria – especialista em Big Data – em entrevista para a Revista Exame PME, os dados são capazes de prever comportamentos e encontrar novas soluções para velhos problemas, mas só a intuição e a criatividade podem gerar ideias de como colocar tudo isso em prática.


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

O que fazer para vender nas redes sociais


Cada vez mais as empresas reconhecem as redes sociais como um bom canal para aumentar o contato com o seu público alvo fornecendo conteúdos e conhecendo mais de perto seus hábitos. Porém, quando o assunto é gerar venda por meio da mídia social, ainda existe margem para a dúvida, especialmente pela dificuldade de mensuração de resultados, já que nem sempre a compra é imediata após a exposição do cliente a um produto em sua timeline. Isso acontece porque ao acessar sua rede de contatos, o internauta não está buscando diretamente o consumo.

As ações de Marketing nas redes sociais podem ser fortes aliadas das vendas, desde que a marca adéque sua linguagem à plataforma. As mensagens com tons publicitários tendem a não despertar o interesse das pessoas neste ambiente. Para ser efetiva em sua estratégia, a marca deve investir em monitoramento do comportamento do seu fã ou seguidor e, com base nestas informações, associar seu discurso à realidade cotidiana do consumidor, entregando conteúdo que os conquistem pelo emocional. Essa familiaridade entre marca e internauta será o ponto decisivo na hora da compra.

Estas particularidades fazem com que a ativação de produtos e a conversão via canais sociais exija um maior esforço de agilidade de resposta por parte da empresa, uma vez que se abre uma linha de comunicação ininterrupta onde o consumidor dita o ritmo e conquista visibilidade. “Todos estão sujeitos a errar, mas quando o problema acontece e a marca responde rápido, isso é percebido como uma atitude positiva e o consumidor a espalha nas suas redes sociais, o que também é conversão de negócios”, analisa Rodrigo Marcondes, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Oracle, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Mensuração x relacionamento
O tipo de relação que a empresa estabelece com o consumidor no momento em que ele faz uma busca para comprar uma geladeira é diferente de quando ele curte a fanpage da companhia, por exemplo. No primeiro caso, existe interesse mútuo entre marca e cliente na compra do produto. Já no segundo, os incentivos são de cunho social. “As redes sociais são fundamentais no processo de conhecimento do cliente e sua experiência com a marca, o que impacta em uma futura compra”, comenta Rodrigo Marcondes.

Ainda existe uma dificuldade das companhias entenderem esta relação entre experiência social e relacionamento virtual com vendas, mesmo sabendo que o Brasil é o país que mais utiliza as redes sociais no mundo, de acordo com a Nilsen. Por algumas empresas não acreditarem no retorno dos perfis sociais, elas preferem incentivar outros canais de comunicação. “A maior dúvida dos clientes é: apesar de bonito e atrativo, o que de fato o Facebook e as outras redes sociais estão me trazendo? Isto ainda não está claro”, aponta Lucas Diniz, Social Media da Cadastra, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para detectar com maior clareza os benefícios obtidos, um caminho é conhecer o usuário e seu comportamento dentro das redes sociais. Para gerar vendas futuras, é importante que as publicações se relacionem com a rotina normal do consumidor. “A pergunta atual que todas as marcas tentam responder é qual o valor do engajamento, dos fãs e de ter o consumidor interagindo com posts do produto dentro da fanpage. Com isso, o trabalho de redes sociais se aproxima mais do trabalho de branding para que na hora em que ele for comprar, prefira aquela empresa mais pela familiaridade construída do que por vantagens imediatas”, avalia o Social Media da Cadastra.

Monitoramento para fomentar vendas
Para obter a relevância esperada entre os internautas, o posicionamento da marca deve ser natural. As redes sociais refletem aspectos da vida particular e profissional de seus usuários que compartilham o seu dia a dia. Esta exposição, se bem utilizada, é uma aliada das marcas. “Até o bom dia da marca no Facebook pode ajudar a gerar vendas, se essa mensagem vier acompanhada de conteúdos relevantes. Se o objetivo é vender cafeteira, é bom falar com o público que acessa as redes sociais de manhã e apresentar o produto neste horário. Isso permite que o consumidor se aproxime com bom humor”, avalia o Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Oracle.

Pelo caráter descontraído destes sites, a publicidade não é o caminho mais eficiente, já que a pré-disposição do usuário é interagir e não comprar. As marcas devem se valer das informações fornecidas espontaneamente pelos clientes e fazer o caminho inverso. “Ao invés de oferecer uma oferta e esperar que o consumidor se adéque, a empresa pode notar que um produto esta sendo comentado nas redes sociais e se adaptar a isso”, diz Lucas Diniz, em entrevista ao portal.

O diferencial das redes sociais é que elas permitem construir uma identidade com a marca e se comunicar com o consumidor de uma forma diferenciada, unindo conteúdo, conveniência e produto. Se a oferta ou o produto for ao encontro à necessidade real do internauta, o reflexo desta identificação pode gerar repercussão dentro dos contatos daquela pessoa. Este boca a boca virtual agrega confiabilidade à empresa.

Críticas e elogios  devem ser levados em conta
Os impactos deste modelo de relacionamento nos negócios dependem da maneira como cada companhia administra sua postura nos canais sociais: um cliente bem atendido pode gerar recomendação, enquanto o insatisfeito cria buzz negativo. A falta de um trabalho bem estabelecido fica claro quando a manifestação negativa se propaga com velocidade maior que a comunicação oficial da companhia.  “Quando um vídeo negativo viraliza, se a empresa estiver com uma publicidade enorme na mídia e não tiver um trabalho bom de redes sociais, perderá milhões. Da mesma forma, se os elogios espontâneos se integrarem na comunicação da marca, a relevância será maior”, afirma o Diretor de Desenvolvimento de Negócios da Oracle.

O mesmo poder de argumentação, pesquisa e opinião do cliente pode se tornar a chave para a conquista da sua atenção.  “É muito importante dar uma resposta imediata às reclamações feitas nas redes sociais. Surpreendentemente, os clientes desenvolvem uma relação melhor com as marcas com as quais já tiveram problemas que foram solucionados, do que com uma empresa com a qual nunca tiveram qualquer dificuldade”, complementa Rodrigo Marcondes.



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Persuadir o cliente, pode?


Para oferecer um produto ou serviço é preciso ter coragem, para defendê-lo é preciso conhecer seus benefícios. E para vendê-lo é preciso unir coragem e conhecimento.
Sabemos que vender é uma arte para destemidos que acordam todos os dias com objetivos. Pelo menos deveria ser assim, pois é necessário traçar e cumprir metas.
Já conhecemos melhores maneiras de desempenhar o papel de vendedor, mas precisamos entender de ‘algo’ que os vendedores usam irracionalmente e pode ser trabalhado de forma positiva para obter maiores e melhores resultados.
Esse ‘algo’ é a persuasão. Persuasão é a ação sobre a vontade. É induzir outra pessoa a agir como você quer. Não estou falando de usar argumentos falsos, pois enganar um cliente sobre determinado produto ou serviço pode gerar um pós venda problemático e sem retornos.
É preciso usar a persuasão de forma positiva e de maneira correta. Já que para vender não existe solução traçada, nem única.

Como usar a persuasão a favor das vendas?

Sabendo argumentar - Ter o máximo de informações possíveis sobre o produto ou serviço e não demonstrar dúvidas.
Empolgando-se – Mostrar entusiasmo (desde que não exagerado) na hora de oferecer um produto ou serviço ajuda a quebrar o gelo.
Acreditando no produto/serviço – Quando você realmente acredita em algo, é muito mais fácil que outra pessoa aceite sua opinião. Então prove do que está vendendo!
Deixando espaço para negociação – Não queira somente o SIM do cliente. Deixe que ele questione valores e tire dúvidas. Uma boa negociação é feita de trocas.
Não individualizando clientes - Cada cliente é diferente, cada um com seus desejos e preferências. Porém sua forma de abordagem não pode tratá-los apenas por questões pessoais sem direcionar a maior enfase para o produto/serviço. Utilizar a empatia e os gostos do cliente é válido, porém tudo deve estar dentro de um limite.
Sendo convincente! – Ser convincente em uma venda é entender que o cliente ficou satisfeito. Melhor que isso é quando ele acredita e sabe que fez a escolha certa. Uma venda por pressão, cansaço ou falta de opção não é resultado satisfatório. E você, assim como eu, acha que a persuasão tem lado positivo para vendas?


terça-feira, 27 de agosto de 2013

O que o relações públicas tem em comum com o social media?


"Relações Públicas é a atividade e o esforço deliberado, planejado e contínuo para estabelecer e manter a compreensão mútua entre uma instituição pública ou privada e os grupos de pessoas a que esteja, direta ou indiretamente, ligada" (ABRP, 1955)

O profissional de social media não é uma novidade do século 21, consta que seja mais um foco de atuação de relações públicas. Um representante corporativo que defende e atua como se fosse a própria empresa. Usando um canal de comunicação, que é a internet, para difundir suas tradições.

Esta representação é uma profunda responsabilidade, já que sua imagem é transmutada na da empresa, e nisso consiste entender todos os aspectos da mesma. Entendendo que internamente a comunicação, deve ser, impecável e integrada. Para que a comunicação externa possa ser exemplar.

No entanto é um retrocesso pensar que somente os profissionais desta área fariam justiça ao cargo - segundo Philip Kotler ao dizer - "A medida que o ritmo de mudança acelera, as empresas não podem mais confiar em suas antigas práticas de negócios para manter a prosperidade."

Estamos lidando com um novo apogeu, que é a re-definição de certas profissões. As empresas procuram por funcionários que estejam habilitados com o 'novo' e não com o tradicional, que se revela não ser imbatível ao passar dos anos. Apenas que é um ponto de aprendizado para a novidade.

Não é preciso transformar este processo em um ciclo de turnover toda vez que precisar de ter uma solução rápida e 'barata' para sanar problemas que podem acontecer na comunicação, eventualmente.

Os micos da internet ainda acontecem. Erros são aceitos, porém erros antigos devem ser avaliados para evitar que a imagem da empresa preserve esta 'tradição'. O profissional da rede social não é apenas um entendido de tecnologia, não é um entendido apenas de pessoas, talvez o mais essencial de tudo isso é que entenda que ele é a empresa.

Naturalmente todos já ouviram de profissionais de RH que é preciso ser dono do negócio como se fosse seu, vestir a camisa da empresa. Não é um requisito único das relações públicas, mas também um elemento obrigatório para todos os envolvidos no empreendimento.

Como possuo o costume de enumerar características, ressalto o que o social media já inserido neste cargo pode optar para melhorar sua performance diante de um trabalho que é um canal direto com a imagem da empresa e obviamente seu trabalho é garantir que ela continue intacta e extrapole quando possível.

Características do 'ideal' social media.
  • Social Media é um profissional habilitado vocacionalmente¹ em comunicação social (Jornalismo, marketing e relações públicas);
  • As metas devem ser associadas a política da empresa;
  • As análises de ambiente de marketing (Organizacional, micro e macro ambiente e mercado global) devem ser itens de estudo constante;
  • O conceito B2C (Business-to-customer) é um objetivo principal;
  • O conceito de B2B (Business-to-Business) é uma situação necessária, e então é preciso haver um investimento²;
  • Os recursos do co-marketing (SIQUEIRA, André) devem ser alinhados ao objetivo da empresa e observados nas épocas certas com marcialidade;
  • É o agente integrador entre departamentos (comunicação empresarial);
  • SAC 2.0 não é uma teoria, e sim prática;
  • Trabalha-se com números e não com 'somas aleatórias';
  • Social Media é a empresa;
  • A diplomacia é a palavra de ordem do social media, e isso não quer dizer 'frases automáticas';
  • Ser um gestor de crises e exceções;
  • Um canal direto com o público ou empresa é um canal que transparece (caixa branca²) e oferece horizonte de resultados;
  • Rede social ou internet não é um ponto adicional da empresa, ela é uma forma nova de que o público irá 'encarar', difundi-la como um braço ou membros de uma outra coisa, torna óbvio que a empresa é descentralizada - o que é muito ruim;
  • A informação é poder, por isso o social media precisa ter em mente que toda informação divulgada precisa ser pesquisada, creditada e explorada eticamente.
Entende-se que o profissional de social media não é um estudante puro de conhecimento, é também o responsável por passar e preservar a imagem corporativa, é tornar o canal límpido frente ao público e utilizar das vantagens que a tecnologia proporcional: Conforto, segurança, rapidez, sofisticação e profissionalismo.

Ainda há muito chão para andar, não estamos falando de um cargo simples de ser executado e que merece muito mais atenção do que tem sido investido. Não podemos também criminalizar erros, temos é que transforma-los em oportunidades e transformar este novidade do mercado num 'produto' ouro do momento.

Notas.
¹ Não é apenas formação que vai garantir um profissional ideal. Irá garantir que esteja bem informado com últimas tendências de mercado, que o tornará mais metodológico, mas que ainda contará com a experiência e a capacidade na desenvoltura da comunicação.
² As relações empresas-empresas não é um mercado ainda visível para o social media. Ainda consta na novidade de "empresa ingressando no virtual". Tal como acontece na relação co-marketing em empresas físicas, mas em breve será uma alternativa e posteriormente uma obrigação.



Como identificar seu público-alvo em redes sociais


Segundo dados do Ibope Media, de janeiro de 2013, o Brasil conta com 46 milhões de usuários ativos em redes sociais. Para sua marca se comunicar eficientemente com potenciais e atuais clientes dentro dessa imensa comunidade, a segmentação é uma das principais estratégias de relacionamento.

Ações voltadas a nichos de mercado ampliam as possibilidades de bom atendimento, à medida que ajudam a conhecer o público e evitam esforços depositados em outras frentes pouco eficazes, como bem ressaltou Philip Kotler. Antes de lançar sua campanha aos sete ventos, é importante atentar para quem realmente interessa notar sua presença. Confira algumas dicas para auxiliar a identificar o seu target em mídias sociais.

1. Realize suas próprias pesquisas
Quer mais detalhes sobre seu público? Monte pesquisas de mercado conforme sua necessidade de conhecimento. Ferramentas como Survey Monkey, Google Drive e Wufoo auxiliam na confecção de formulários online com questões específicas. Através de relatórios ilustrativos é possível calcular de maneira simples os resultados.

Para estimular seu público a responder às pesquisas ofereça descontos exclusivos ou vantagens, e destaque a importância da participação para melhorias de seus produtos ou serviços. Aproveite para questionar qual rede social é mais utilizada por seus clientes. Além do Facebook e Twitter, você poderá realizar ações mais focadas, aproveitando as ferramentas disponibilizadas em redes segmentadas, como o Linkedin.

2. Analise os dados
A descoberta do público-alvo não é tarefa simples e rápida. Porém, redes sociais como o Facebook contam com ferramentas de análise de dados bastante eficientes e de fácil compreensão.

As páginas criadas no Facebook podem ser monitoradas através do Page Insights, aplicativo que aponta informações relevantes sobre curtidas, comentários e compartilhamentos. É possível acessar rapidamente os números relativos a gêneros (porcentagem de curtidas por homens e mulheres), idade (quantos anos têm as pessoas que curtem a sua página), localização (onde vivem estas pessoas) e visitas.

3. Ouça sua audiência
O feedback de seu público servirá como ótima base para estratégias futuras. Atente para os perfis que curtirem, e principalmente, para aqueles que criticarem. Mantenha um canal fixo de relacionamento direto com o cliente, dessa maneira será mais fácil você questioná-lo sobre seus gostos.



segunda-feira, 26 de agosto de 2013

10 Táticas de Marketing pra sacudir o seu negócio

O assunto de hoje é algo que interessa a todas nós: Marketing. Mas você sabia que marketing é muito mais do que gerar lucro? Uma estratégia certa envolve criar uma percepção positiva do seu negócio, fidelização e também a criação de uma experiência de compra que fará o seu negócio se destacar da multidão. Vamos ao que importa? Hoje compilamos 10 dicas imperdíveis para sacudir o seu negócio!

1. Encontre um desejo oculto

É muito comum a gente se apaixonar por nossa ideia de negócio e acabar nos esquecendo o que o cliente quer de verdade. Algo como uma miopia de mercado. Tente descobrir qual o desejo mais profundo do seu cliente. Por exemplo, nosso negócio deu um salto quando mudamos o foco de “vender cursos e serviços para empreendedoras” para “ajudar mulheres a conquistar liberdade e ganhar a vida fazendo o que amam”. É uma mudança de perspectiva muito importante. Começamos a trabalhar com o desejo real, mais verdadeiro e isso está muito mais alinhado ao nosso propósito e fez com que repensássemos inclusive alguns dos serviços e produtos. O que o seu público realmente almeja ao comprar seu produto ou serviço? Esse deve ser o fio condutor das suas ações de marketing.

2. Sua ideia gera entusiasmo?

Sua ideia deve causar uma reação emocional no seu público, uma sensação de identificação, de necessidade ou de entusiasmo. Se isto não acontecer você pode estar com problemas. Cheque se sua ideia gera este entusiasmo, conversando com potenciais clientes, pedindo feedback, apresentando sua oferta e medindo esta reação.

3. Defina bem o seu público

Especialmente para empreendedoras que estão começando um pequeno negócio, provavelmente com apenas uma ou no máximo duas pessoas, é preciso começar pequeno. Acreditamos que você deve mirar em uma audiência menor, porém qualificada (que realmente se interessa pela sua oferta) do que querer abraçar o mundo logo de cara. Isso não impede de você crescer e ir se ajustando para atender um público maior ao longo do seu caminho. A dica é “encontre sua galera”, quem são este grupo de pessoas que reconhecem o valor do seu produto? Que se importam com ele? Foque sua divulgação para estas pessoas.

4. Invista na experiência de compra

Uma boa experiência de compra faz toda a diferença. Já parou para pensar quantas vezes voltamos a um restaurante ou uma loja porque somos bem atendidas? Por que o ambiente é agradável ou fácil de comprar? Um atendimento diferenciado, ambiente agradável, um site bonito e fácil de usar (no caso de e-commerce), entregas pontuais, um mimo extra… O que mais é possível você criar para surpreender e conquistar seu cliente?

5. Use promoções como isca

Ter um relacionamento estreito com o seu público é uma excelente ideia, concorda? A gente não começa confiando em uma pessoa ou empresa que a gente mal conhece, não é mesmo? Relacionamento é tudo. Nem sempre é fácil conseguir os contatos para estreitar estes laços, pois nem todo mundo quer perder tempo informando dados pessoais, como seu celular, e-mail e data de nascimento, por exemplo. Mas e se você oferecer algo em troca? Criar um e-book, criar sorteios ou outro mimo que tenha valor para seu público, pode ser uma boa oportunidade. Só não esqueça de pedir para seu cliente autorizar o envio de mensagens (nada de comprar listas de e-mail de pessoas que nada tem de relação com o seu negócio).

6. Personalize a mensagem

Use uma linguagem pessoal, humana, emocional. Mensagens com ofertas especiais podem ser enviadas por e-mail ou SMS para cada segmento do seu público. Procure conversar com seu público como se fosse um amigo. Especialmente em emails isto pode funcionar muito bem.

7. Suba nas buscas

Estar entre os primeiros colocados no Google quando seu cliente a procurar, é bem importante. Duas ações devem ser executadas paralelamente. A primeira é otimizar o conteúdo do seu site para ser achado mais facilmente (usando técnicas de SEO ou contratando um profissional especializado); a segunda é comprar palavras-chave relevantes para seu negócio e ser uma das primeiras da lista de links patrocinados. Você não precisa gastar rios de dinheiro, comece com orçamento que tiver, vá medindo os resultados e investindo aos poucos.

8. Caia na Rede

Lembra quando falamos que relacionamento é tudo? As redes sociais se tornaram uma ferramenta eficiente para conversar com seu público, uma oportunidade de criar uma comunidade de pessoas envolvidas com o que você tem para compartilhar. Use estes serviços para divulgar o que você faz, não se esqueça de compartilhar seu propósito. As pessoas se identificam com o que você acredita, não com O QUE você faz. Pessoas gostam de histórias, de pessoas. Conte histórias interessantes sobre seu negócio. Crie laços. Lembre-se número de curtidas não mede nível de engajamento. Quantas destas pessoas realmente acreditam, valorizam e comprariam o que você tem a oferecer? Foque-se nisto.

9. Descontos por SMS

Você sabia que 97% das pessoas que recebem msg pelo celular leem o que você envia, contra 1,5% do email? Um restaurante ou uma loja por exemplo pode selecionar uma base de clientes e mardar um SMS anunciando descontos exclusivos.

10. Crie com o seu público

Estar nas redes sociais ajuda você a criar uma comunidade de pessoas que estejam interessadas a conhecer o que você tem a oferecer, mas há uma outra vantagem também muito importante para seu marketing. A sua oportunidade de ouvir. Sim, ouvir o que eles querem, suas ideias e sugestões. Já pensou em perguntar o que seu público gostaria? Ou pedir sugestões para seu novo produto ou serviço? Você pode se surpreender com os resultados.